Divulgação na revista AboutHotspotOrlando EUA, página "7"
 

Entrevista para a CGN

 

Entrevista no programa Ver Mais Oeste Record

 

Entrevista programa Mais Cultura (Xangai e Peppo Beskov)

 

Entrevistada pelo Selmo Vasconcellos, de Rondonia.

Biografia

Escritora e poetisa brasileira, nascida no interior do Estado do Paraná, escreve desde os doze anos de idade, trabalhou em diversas áreas, desde bancos a empresas de engenharia civil, atuando principalmente com marketing e relações-públicas, onde teve a oportunidade de viajar e conhecer muitos lugares e pessoas diferentes, em várias regiões do Brasil.

Desde 2009, resolveu abandonar as atividades profissionais, dedicando-se exclusivamente à literatura, realizando assim, um sonho de sua infância.

Tem seu trabalho divulgado em diversos sites de literatura, inclusive no exterior:
 
Livros
 
- Minhas páginas em sua vida (Crônicas – 2009)
 
- Plenitude (Literatura e ficção – 2010)
 
- Espelhos (Romance – 2011)
 
- Êxtase (livro de poemas – 2012)
 
- Inspiração (livro de poemas – 2012)
 
- Caminhos (Crônicas e poesias – 2012)
 
- Equacionando sentimentos (poesia – 2013) Giostri Editora
 
- Coletânea Gêmea – Coletânea Meninas Super Poética II
 
  Editora Beco dos Poetas (SP) (2012)
 
 
 
ENTREVISTA
 
 
SELMO VASCONCELLOS – Quais as suas outras atividades, além de escrever ?
 
 
VERA FONSECA – Não tenho mais nenhuma atividade, decidi que escrever é o que me faz feliz, portanto, apesar das dificuldades, tento operar meu próprio milagre, estou sentindo na pele como é difícil viver desta arte, porém, acredito em meu trabalho, é o que sei fazer melhor, então, a única forma de prosseguir, no meu caso, é abraçar literalmente o sonho da produção literária.
 
SELMO VASCONCELLOS – Como surgiu seu interesse literário ?
 
VERA FONSECA - Desde muito cedo, senti um amor pelos livros, assim que aprendi a ler nasceu junto a vontade de buscar nos escritos aquilo que a realidade escondia, a leitura abriu a minha mente, senti na pele o sabor mágico de viajar nas estórias narrada tão habilmente pelos escritores, este mundo sempre me fascinou. Conforme fui crescendo, vi que tinha uma habilidade interessante, comecei com redações, por mais prática que tentasse ser, havia uma brincadeira com as palavras, um sentido rimado que embelezava meus textos. Aos doze anos participei de um concurso literário, era uma dissertação sobre arrecadação de impostos, li uma apostila inteira, depois fiz um trabalho colocando o meu ponto de vista, foi bem interessante, ganhei o primeiro lugar, fiquei muito feliz, lembro que ao receber o prêmio, uma enorme boneca, mais alta que eu, senti-me encolher de tanta vergonha, sempre fui uma criança tímida, adorava o meu cantinho dos sonhos, quando podia ficar só e consumir as narrativas, foi um caso de amor à primeira vista, eu e os livros.
 
 
SELMO VASCONCELLOS – Quantos e quais os seus livros publicados ?
 
VERA FONSECA – Até o momento tenho oito livros publicados, cinco deles de forma independente, pelo Amazon, os outros dois tenho contrato com editoras.
 
- Minhas páginas em sua vida – Auto ajuda
 
- Plenitude – Crônicas poéticas
 
- Espelhos – Romance
 
- Êxtase – Poesia
 
- Inspiração – Poesia
 
- Caminhos – Crônicas e poesia.
 
- Equacionando sentimentos – Poesia – Editora Giostri.
 
  Lançado em junho deste ano (2013), este livro esteve na Feira de Frankfurt, no estande do grupo Literarte.
 
- Morbidez – Romance – Editora Multifoco.
 
Será lançado no dia 22/11/2013
 
 
Além destes, participei das coletâneas:
 
Gêmea – Editora Beco dos Poetas.
 
Meninas Super Poética II – Beco dos Poetas.
 
Lua Única – Confraria Terra dos Poetas.
 
Parcerias Poéticas 2013 – ACL – Academia Cascavelense de Letras.
 
Entre o sono e o sonho V - Livro 2 - 2014 - Chiado Editorial - Lisboa.
 
 
SELMO VASCONCELLOS – Qual (is) o(s) impacto(s) que propicia(m) atmosfera(s) capaz(es) de produzir poesias ?
 
VERA FONSECA - Creio que a inspiração seja indomável, imprevisível, não dá para definir um momento e decidir: agora vou fazer um poema, se não houver a chama acesa, não sai nada, a arte de criar, como disse antes, tem certa magia, e por isto mesmo é tão especial. Não acredito em técnicas de criação, principalmente no caso da poesia, penso que seja um dom, alguns nascem com a música cravada na alma, outros com a pintura, e assim por diante, é o mesmo caso no processo de criação. Ao escrever poesia, sinto o espírito se despir, é como se fosse uma beleza que dorme dentro de nós, e é despertada no desenhar de letras…
 
SELMO VASCONCELLOS – Quais os escritores que você admira ?
 
VERA FONSECA - São muitos, Jorge Amado, Cora Coralina (linda demais) Clarice Lispector, Fernando Pessoa, Khalil Gibran, Machado de Assis, Chico Buarque, Vinicius de Moraes, Hilda Hilst, Martha Medeiros, Fernanda Young, Ligia Fagundes Telles, Drumond, José Saramago, Veríssimo, Mario Quintana, Adélia Prado, Leminsky,  Caio Fernando Abreu, Lya Luft, Nélida Piñon, Rubem Fonseca, já li um pouco de tudo, muitos dos grandes Clássicos, a lista é imensa, ainda tenho muito a ler…
 
SELMO VASCONCELLOS – Qual mensagem de incentivo você daria para os novos poetas ?
 
VERA FONSECA - Todo aquele que vive, sonha em ter alguns desejos realizados, eu, como uma escritora desconhecida, principiante, devo dizer que o melhor ainda está por vir, desde que não nos deixemos vencer pelos medos, se você, como eu, ama escrever, continue, coloque os seus sonhos nos livros, o caminho pode ser lento, mas, a caminhada é prazerosa, nos enriquece e contribui para que possamos levar nossa arte adiante…
 
Vera Fonseca – 09/11/13
 
 
 
POESIAS
 
 
Além daqui…
 
 
Pode ser que o céu esteja azul,
 
nas intensas madrugadas,
 
os sonhos fiquem mais vivos,
 
e ao dormir, eu consiga navegar,
 
nos arredores do teu amanhecer…
 
 
 
Talvez o gosto do café seja diferente,
 
e mesmo sem entender este estranho paladar,
 
considere aceitar que o amargo pode ser bom,
 
pois somente assim, posso provar que na vida,
 
as indefinições de alguns sabores adoçam a união…
 
 
 
Porém, se tão distante eu não conseguir chegar,
 
levarei junto na bagagem, mais que um desejo,
 
a experiência maravilhosa de quando em ti vaguei,
 
querendo dos teus lugares, apenas um porto,
 
onde eu pudesse ancorar, não as minhas dores,
 
mas, apenas a vontade, de ver que em teu rosto,
 
um lindo sorriso, eu conseguisse fazer nascer…
 
 
 
Vera Fonseca – 28/08/2012
 
 
 
Dança de letras…
 
 
 
Neste começo de outono inovarei,
 
juntarei belas palavras com flores,
 
harmonizando dengosamente as rimas,
 
quero que o teu bailado fique ligeiro,
 
invento o deslizar das notas neste passeio…
 
 
 
Ao ouvir este iluminado som,
 
talvez você sinta um arrepio,
 
também pode ser que não,
 
como fuga imaginária,
 
seus passos leves,
 
sorrateiros
 
Rodopiam…
 
 
 
Verafonseca
 
23/03/12
 
 
 
Ira.
 
 
A linha tênue entre a mentira e a obviedade,
 
O sangue que acelera apressando o grito,
 
É a grande dor mostrando a cara,
 
A frieza de ver alguém vazio,
 
Uma pessoa oca,
 
Atuando o nada…
 
 
O engano sendo breve,
 
Representa que no fundo,
 
Há sempre a outra porta,
 
De onde se vê a única saída,
 
Uma grande luz de mudança,
 
Que trace todas as rotas,
 
E me ensine a aceitar,
 
O que não serve mais,
 
Deixo ali, estático,
 
Frio e fraco,
 
Insensível,
 
Inútil…
 
 
 
Verafonseca
 
02/03/2012
 
 
 
Reinventar
 
 
Ontem corri, pensei estar fugindo de mim,
 
senti ter o desamparo como companhia,
 
uma necessidade de caminhar sozinha,
 
e foi um longa e restrita jornada…
 
 
Visitei ruas cheias de gente,
 
sem conseguir definir as expressões,
 
eu que tanto me importo com o mundo,
 
achei aquelas faces parecidas com o dia,
 
pessoas nebulosas de aparência cinzenta…
 
 
 
Espiei muitas vitrines procurando não sei o que,
 
não sabia mais distinguir o belo do fútil,
 
nem notei se eram as cores do nada,
 
no fundo estava  buscando,
 
jogar fora o que me sufocava,
 
aquele espaço que você plantou,
 
esqueceu de regar e não germinou,
 
justo quando te entreguei meu coração…
 
 
 
Passei pela longa e tediosa tarde sangrando,
 
fiquei surda para o mundo, só ouvi o meu vazio,
 
melhorei ao ver o escuro da noite a me encobrir,
 
com a alma escondida atrás desta imensa cortina,
 
mudei a plataforma e desviei desta coreografia,
 
abri o peito para receber o socorro do mundo,
 
tive que fazer um esforço danado,
 
pra rasgar meu peito e retirar de dentro,
 
a semente tua que morreu de sede,
 
e esqueci de fechar a porta…
 
 
Senti-me livre e forte novamente,
 
inspirei  longamente o meu próprio perfume,
 
viajei na boemia e me entreguei de presente,
 
assim, falei, falei até não conseguir mais,
 
coloquei minhas verdades na mesa,
 
joguei em ouvidos carentes o que sei fazer,
 
dizer tudo que há de semelhante nos seres,
 
de quando a felicidade pode chegar de repente…
 
E assim amanheci mais leve,
 
enfrentei a dor com ousadia,
 
mas não pense que desisti,
 
vou preparar melhor o terreno,
 
trocarei o fertilizante e o arado,
 
já que aqui está sempre chovendo,
 
você vai sentir o que espera por ti,
 
tenho ao meu lado a matéria prima,
 
costumo chamar de persistência,
 
ouço sempre o aviso de algum anjo,
 
e agora sei que é você, então, paralisei o tempo,
 
quando vem este sentimento não há outra opção,
 
se você quer de verdade a outra alma,
 
e a ternura acendeu a tua chama,
 
é melhor acreditar e esperar,
 
enquanto isto reinvento o meu querer,
 
sabendo que não há segredo,
 
é só amar, e amar…
 
 
 
Verafonseca
 
18/08/2011
 
 
 
Ah! O QUERER SER
 
 
Se eu pudesse ser teu luar,
brincaria de esconde-esconde,
correria por entre os montes,
e só apareceria se você sorrisse…
 
Se eu pudesse ser teu olhar,
fugiria pra dentro do mar,
em cavernas iria me isolar,
e só veria o teu balançar…
 
Se eu pudesse ser teu prazer,
sentiria o sol nascer,
viajaria junto com o vento,
num êxtase de entardecer…
 
Se eu pudesse ser teu sono,
dormiria em meus braços,
trocaria sonhos no espaço,
rabiscando sempre meus traços…
 
Vera Lucia da Fonseca

 

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